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Aqui o bom senso é o camisa 10.
 


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Escrito por Henrique Carvalho às 10h56
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Final Libertadores

Cruzeiro 1 x 2 Estudiantes

Os argentinos demonstraram ontem porque são os maiores vencedores da Taça Libertadores da América. São 22 titulos para os hermanos, contra 20 dos brasileiros. E no Mineirão fizeram uma partida digna de quem sabe jogar com frieza e experiência para conquistar títulos.

 

Em um ótimo jogo, no qual o favoritismo era todo do Cruzeiro, o time celeste não impôs toda a qualidade que vinha demonstrando durante a competição. O clube mineiro esbarrou em uma forte marcação - às vezes desleal - que anulou os principais jogadores do time. O gladiador Kleber, marcado pelo grandalhão Schiavi, pouco produziu e Ramires foi um elemento nulo perto de “La Brujita” Veron.

 

O 1º tempo teve poucas chances claras e clara já era a superioridade do clube argentino no meio-campo. Isso foi evidenciado na lance da arrancada do zagueiro celeste Leonardo Silva até o ataque, quando nenhum meiocampista se aproximou para receber a bola.

 

Os gols vieram no segundo tempo. Aos 5 minutos, Henrique arriscou de fora da área e, com um desvio na zaga alvi-rubra, enganou o bom goleiro Mariano Andújar. Era tudo que o Cruzeiro precisava. Tentar abalar a estrutura psicológica do adversário, deixa-los atacar desordenadamente e explorar os contra-ataques para ampliar o marcador. Mas o que se viu foi uma frieza do grupo do Estudiantes, que jogou como se nada tivesse acontecido.

 

E foi ai que apareceu a estrela do jogo: Verón. O veterano, empregando toda sua bagagem e experiência, chamou a responsabilidade para si e comandou a virada. O camisa 11 iniciou a jogada do empate e, em um ótimo lançamento para o lateral Cellay, que só teve o trabalho de cruzar rasteiro para a área do goleiro Fábio e contar com um vacilo da zaga, o atacante Fernandez marcou.

 

O Cruzeiro se abateu com o gol, e não se viu poder de recuperação. Em uma jogada de bola parada, anunciada há dias e mesmo sendo o forte da equipe cruzeirense, o não tão alto Bosseli marcou o tento de virada.

 

Houve tempo ainda para um lance que apresenta toda sorte de campeão: Thiago Ribeiro disparou um belíssimo chute de fora da área, acertando caprichosamente a trave. No final do jogo, o atacante ainda teve uma outra boa chance de empatar, em baixo do gol, mas chutou para fora.

 

O Cruzeiro mostrou muita maturidade durante toda a competição, mas, na final, foi um time ansioso e nervoso. E lances como o de Kléber, desperdiçado em La Plata, não saem da cabeça dos torcedores. Se o Cruzeiro tivesse vencido de 1x0 na Argentina, com certeza aqui seria diferente.



Escrito por Vitor Komura às 18h25
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Um caminhão de dinheiro e promessa de sucesso.

 

O presidente do Real Madrid Florentino Pérez é um cara danado. Falou que iria contratar Kaká e cumpriu a promessa, realizando a segunda maior transação da história do futebol mundial. Por 65 milhões de euros, o Bambino d'oro saiu do Milan após 6 temporadas bem sucedidas e um título europeu, um mundial interclubes e 2 escudettos.

Em coletiva ontem no hotel da seleção brasileira em Recife, Kaká anunciou o que todo mundo já estava sabendo. O contrato com o Real Madrid é de 6 temporadas com a possibilidade de renovar por mais uma, fazendo com que a carreira dele talvez se encerre no clube merengue. Os jornais espanhóis estão alvoroçados com a transação e já começam a noticiar que a nova era dos Galáticos poderá contar em breve com David Villa, excelente atacante do Valencia.

Para quem havia negado uma proposta multimilionára no começo do ano do Manchester City, Kaká mostrou que a ida para o Madrid (assim o clube é chamado na espanha, Real é o Zaragoza) é uma questão profissional e não apenas econômica. Claro que vai ganhar seu dinheirinho, mas a projeção que terá no clube que mais vezes conquistou a Europa é infinitamente maior que a que ganharia se assinasse com os Citizens no começo do ano.

Kaká é grande e tudo o que cerca também. As proporções que envolvem sua tranferência chegaram até o âmbito político, já que o dono do Milan é tmabém primeiro-ministro da Itália. Silvio Berlusconi insinou que a transação o fez perder votos. Quanta bobagem para uma pessoa só, e além disso é necessário reforçar seu clube para a próxima temporada, já que o rubronegro retorna a UCL.

Se vai dar certo? Não tenho dúvidas, mas o futebol é imprevísivel e as vezes ingrato. Mas bola, caráter e hombridade Kaká já mostrou que tem. É atualmente o jogador mais bem pago do mundo, mas não deixou de ser um cara de opinião forte e discurso próprio, coisa que é rara e faz falta ao mundo da bola. Trabalho, futebol e sorte, são os ingredientes básicos para que Kaká se saia bem em um dos maiores clubes do mundo.



Escrito por Frederico Rossin às 09h58
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Libertadores

Cresci ouvindo e lendo que Luxemburgo era o melhor técnico do Brasil. De repente percebi que o gênio nada mais era que um técnico motivador, com palestras que deixavam os jogadores pilhados para o jogo. Frustrações na seleção brasileira, no time galáctico do Real Madrid e nunca ter vencido uma Libertadores.
 
Ontem no Palestra Itália deu amostras de quanto está ultrapassado. Ao fazer 1 a 0 contra o Nacional do Uruguai, tirou o atacante Keirrison e colocou o volante, limitado, Jumar, ao invés de ampliar o placar e ir com uma larga vantagem para o Uruguai. Em seguida, o Nacional empatou o jogo e o time paulista não teve poder de reação, principalmente ao utilizar o esquem 3-6-1: com três zagueiros, dois volantes e dois alas que pouco sabiam o que faziam com a bola, dois armadores, sendo que Clayton Xavier foi inoperante o jogo todo, e um atacante, que era Obina(isso basta).
 
Agora o Palmeiras terá uma dificil missão lá no Uruguai. Resta saber se o time vai ter força de vontade para conseguir o resultado, porque tecnicamente eu acho muito complicado, mesmo o time do Nacional sendo muito fraco.
 
Hoje, vemos técnicos como Muricy Ramalho e Mano Menezes dando certo no futebol. Por que? Pois são estrategistas táticos, arrumam as equipes conforme o jogo ocorre. Para encerrar, vou colocar uma frase que o Muricy cita: "Jogador tem que se motivar só de estar no São Paulo ou antes do jogo vou deixar os jogadores chorando?"
 
Bom final de semana!



Escrito por Vitor Komura às 18h34
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Libertadores

 

E o Cruzeiro conseguiu um resultado importante ontem em BH. Confesso que o jogo não me empolgou muito. Ambos times sentem falta de armadores para criar as jogadas no meio-campo. O Tricolor Paulista está em uma má fase incrível, mostrando uma falta de vontade irritante ao jogar. O oposto dos paulistas, o time celeste joga com muita raça que se mistura com afobamento. Algumas jogadas que precisam de ser mais trabalhadas, o time de Adilson Batista antecipa as decisões, o deixando louco a beira do gramado. Mas não há nada definido para o jogo no Morumbi, pois um resultado de vitória mínima do São Paulo dá a classificação. Resta saber se o Cruzeiro sentirá falta de Ramires.

 

O Grêmio conseguiu um ótimo empate lá na Venezuela. O Caracas foi melhor e pressionou a zaga gremista boa parte do jogo. Mas o Tricolor Gaúcho mostra evolução com o técnico Paulo Autuori. Mas o que mais impressiona nesse time gaúcho é o espirito de luta, que em minha opinião, é fator diferencial para a Libertadores, e o Grêmio é o único time dessa Libertadores que tem esse fator. Único pesar para a equipe gaúcha é a animação de seu presidente Duda Kroeff, que declarou em êxtase, que faltam só 5 jogos para ser campeão, deixando o discreto Paulo Autuori irritado.

Nota rápida:

O técnico Nelsinho Baptista pediu demissão do Sport. Após eliminação da Libertadores para o Palmeiras, o treinador ficou desgastado com o pedido de reforços, em vão, para a diretoria.

E o Palmeiras joga hoje contra o Nacional do Uruguai. O time palmeirense é muito contestado, e o matador Keirrison já é alvo de vaias por parte de torcedores. Voltando aos tempos de previsões – 2x1 para o Verdão.

Ótima quinta-feira à todos.

"Não se faz verão, pois estamos no inverno."

 

 



Escrito por Vitor Komura às 15h22
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A cidade de Roma, na Itália, acostumada a receber grandes batalhas de gladiadores no Coliseu, terá hoje no estádio Olimpico uma batalha épica entre os dois maiores clubes europeus da atualidade, na final da Champions League(CL). O campeão espanhol Barcelona versus o bi-campeão Inglês, atual campeão da CL e do Mundial Interclubes, Manchester United, ufa! 
 
O clube espanhol tem característica de ser um time bem ofensivo, e tem um dos ataques mais perigosos do mundo com o matador Eto’o, clássico Henry e o gênio Messi. Mas vejo a parte defensiva com maus olhos. O setor defensivo é muito rápido, porém pouco técnico, o que será problema para o treinador Guardiola, que enfrenta um ataque fortissimo.
 
Já os Diabos Vermelhos são considerados taticamentes perfeitos. Eu discordo da perfeição, creio que quase nada seja assim. Acredito em uma equipe muito forte, com um excelente goleiro, uma zaga muito forte e um ataque muito eficiente. Já o meio-campo vejo muita dispersão. Mesmo tendo o craque Ryan Giggs comandando, não vejo tantas qualidades em Anderson, Carrick, Scholes e Fletcher.
 
A expectativa é de um jogo aberto, já que as duas equipes jogam com três atacantes. Esperança é ver dois dos melhores jogadores do mundo brilharem – Messi e C. Ronaldo. A imprensa noticia um duelo deles, mas o que tem que ser esperado é uma batalha histórica, com excelentes jogadores ou gladiadores.

Leva a taça para a casa quem demonstrar mais espirito de luta, pois a técnica ambos times possuem.

 

Boa quarta-feira e bom jogo!



Escrito por Vitor Komura às 12h12
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Estréia e redenção

Estréia

E ontem foi a estréia de Paulo Autuori pelo Grêmio, contra o Botafogo. A vitória de 2x0 foi justa e merecida para o time gaúcho que mesmo disputando a Libertadores, entrou com time titular, e não se poupou durante a partida. O jogo inteiro buscou o gol, e a impressão que tem deixado é que vai buscar o titulo da América e o Brasileirão.

O tricolor gaúcho com uma defesa muito consistente, meio-campo dinâmico e um ataque rápido jogou contra um inoperante Botafogo, com uma defesa aberta, meio campo disperso e ataque isolado, não demonstrou a menor vontade de ganhar. Como a proposta do alvinegro era somar um ponto fora de casa, o tricolor gaúcho teve espaço para jogar e encontrou os gols no segundo tempo, com o atacante Jonas em uma bola mal afastada pela defesa, e o segundo gol veio em uma triangulação entre Douglas Costa cruzando, Maxi Lopes escorando a bola com maestria e o lateral esquerdo Fábio Santos concluindo.

Redenção?

A redenção no caso é do atacante Josiel, Obina está na foto como mero coadjuvante, porque não tá jogando nada. E como é bom ver o Santo André disputando o Brasileirão com uma equipe razoavelmente boa. Mesmo tendo um volante de 41 anos, no caso o capitão Fernando, e Marcelinho Carioca de 37 anos, o treinador Sérgio Guedes soube mesclar a experiência com a velocidade dos demais jogadores.

O jogo foi muito igual, e com Josiel de cabeça, o rubronegro abriu o placar. O Santo André partiu para o ataque e conseguiu o empate no final da primeira etapa com uma bomba de fora da aréa de Ricardo Conceição. Já no segundo tempo, Josiel marcou um golaço de cobertura no bom goleiro Neneca, em uma arrancada bonita, dando placar final de 2x1 para o Fla.

O Flamengo com esse time briga por uma vaga na Libertadores, tendo Ibson e Kléberson jogando muita bola, aguarda a estréia do Imperador Adriano, que será util demais para o técnico Cuca. Já o Santo André deve brigar para não voltar a série B, mas espero que brigue por uma vaga na Copa Sul-Americana.

Boa segunda à todos.



Escrito por Vitor Komura às 11h28
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Equilibrio (?)

Quando falam em jogo equilibrado, pensamos em uma partida parelha. Mas a palavra usada é devido a diferença atual de Internacional e Flamengo.

 

O momento das equipes são contrários. O Inter vive um momento de love com a torcida, devido ao ano do centenário, que motiva o torcedor e obriga o time a conquistar títulos para presentear os fanáticos. O colorado manteve a base de 2008 e é o time mais cotado para titulos pela imprensa.

 

E na Gávea o momento é caótico. Salários atrasados, jogadores discutindo com técnico e briga interna na diretoria. O lateral Juan, por saber que é importante para o clube, pede regalias e o técnico Cuca diz não e sempre gera mal estar. Petkovic foi contratado sem o consentimento de diretor Kléber Leite e o treinador. O servo veio para sanar uma divida antiga do clube com o atleta, e a maneira que encontraram de pagar foi dar emprego a ele.

 

Mas como dizem: futebol é uma caixinha de surpresa. O Flamengo foi superior, e o Inter acuado com a pressão, buscava sair na velocidade de Nilmar. O time rubronegro criava bem as jogadas, mesmo esbarrando no monstro Guiñazu, mas a dupla de ataque Zé Roberto e Obina são como a velha expressão: ataque cardíaco.

 

O gol do Inter saiu em um contra-ataque, na falha de Juan, e numa velocidade incrível de Nilmar, que achou Taison que concluiu com tranquilidade de veterano. (Achei que o Bruno se antecipou a jogada)

 

E depois de muito buscar o gol, o Flamengo fez o gol devido a insistência de Kléberson que achou o atacante Emerson que só empurrou para as redes.

 

Até ai, todos acreditavam na classificação flamenguista. E a derrota se desenha quando Cuca substitui Emerson, que ficou 16 minutos em campo e lesionou-se, colocando mais um zagueiro. O colorado partiu para cima e em 15 minutos teria que fazer o gol. Ibson faz uma falta infantil na entrada da área e Andrézinho bate com perfeição, quando Bruno acreditava que D´Alessandro bateria.

 

Antecipo a vaga do Inter para as finais. Mas não acredito no título.

 

 

Nota:

O blogueiro Komura esteve afastado, treinando separado do grupo. A diretoria alegou que ele estava em baladas e se atrasando nos treinamentos. Mas está de volta com força total. "Agradeço aos amigos que pediram minha volta, e aos companheiros que estão me ajudando", disse o blogueiro.

 

 

Ótima sexta à todos! E desculpem a demora para postar sobre esse jogo.



Escrito por Vitor Komura às 18h56
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Notas da Redação:

O Buteco da Bola está negociando um novo prato para diversificar ainda mais o nosso cardápio, tudo isso para melhor servir os nossos clientes. Não estamos medindo esforços para conseguir novidades para vocês. Esperamos que gostem !!!

Até breve



Escrito por Henrique Carvalho às 13h37
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A disposição uruguaia vence a inoperância argentina.

 

Parece mentira abrir os sites de esportes e jornais pelo país e ver que o tradicional Boca Juniors perdeu para o, até então, inofensivo Defensor do Uruguai. Mas é a verdade caros amigos, os Xeneizes perderam ontem por 1 a 0 dentro da La Bombonera e foram eliminados da competição que mais gostam de disputar e conquistar.

Com Riquelme, Palácio e Palermo em campo, além de Gaitán e Pato Abondanzzieri, o time argentino não conseguiu imprimir seu ritmo de jogo e tomou o gol em vacilada da zaga, quando o atacante Diego de Souza recebeu e bateu para vencer o goleiro. A partir daí o que se viu foi uma pressão poucas vezes feita pelo time e pela torcida que não pára de gritar.

Palácio perdeu gol incrível no final do 1º tempo e Palermo seguiu imóvel em campo. Do alto de sua arrogância argentina, Román não acertava um passe e não conseguia coordenar as ações de ataque. O Defensor foi guerreiro e não abriu a retaguarda apesar de o time ter colocado mais um atacante em campo, Figueroa, que não conseguiu fazer muita coisa. Como o 1º jogo foi 2 a 2, o empate por 0 a 0 e 1 a 1 classificava o hexacampeão, a vitória do "Los Rojos" fez o time avançar.

 

O time uruguaio vai desbancando a hegemonia de Peñarol e Nacional e já é um dos grandes do futebol uruguaio. Irá enfrentar o Estudiantes nas quartas-de-final e o vencedor enfrentará talvez o Palmeiras, que enfrenta o outro uruguaio remanescente, o Nacional.

O futebol já não é mais o mesmo e por isso nomes e camisas já não garantem classificação. Faltou bola ao Boca e agora terá que voltar as suas atenções para a complicada situação no Clausura argentino, já que ocupa a 16ª posição.

 

Nota da redação:

O blogueiro e butequeiro Vitor Komura está de volta às atividadas. Muito bem-vindo, afinal a casa é sua e o Buteco é democrático. O bom filho à casa torna. 



Escrito por Frederico Rossin às 09h31
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Todo Poderoso Timão

 

Fluminense e Corinthians empataram ontem, por 2 a 2, em um jogo movimentado, pelas quartas-de-final da Copa do Brasil, no Maracanã. O Tricolor precisava vencer por dois gols de diferença, já que no jogo de ida o Timão venceu por 1 a 0.

No primeiro tempo viu-se um Corinthians determinado, com forte marcação, saindo nos contra-ataques e chegando a 2 a 0, gols de Chicão e Jorge Henrique, com certa facilidade. O Flu parecia assustado e não conseguia organizar suas jogadas. Thiago Neves e Conca não se encontravam e Fred jogava muito isolado. O técnico Parreira foi para o vestiário preocupado. Precisava encontrar uma fórmula para seu time jogar e tentar reverter a enorme vantagem corintiana.

Na segunda etapa o Fluminense voltou mais organizado, buscando os gols que precisavam com mais calma e determinação. Em 5 minutos conseguiu empatar, com Alan e Thiago Neves, aproveitando-se do relaxamento do Timão.  Mas ficou só nisso. O Corinthians foi o dono da partida, mostrando-se uma equipe mais preparada e encorpada para as decisões que virão.

O Timão agora encara o Vasco nas semifinais em busca do segundo título da temporada. Ao Flu resta jogar o Brasileirão e buscar uma vaga na Libertadores. Para isso precisará de reforços, principalmente na defesa que se mostrou muito vulnerável e nada confiável.

O grande destaque foi o público no Maracanã. Foram 64.533 pagantes e quase 69 mil presentes. Uma bela festa proporcionada pelas duas torcidas, sem violência e com muita animação.

Será que estamos evoluindo?

 

 



Escrito por Alexandre Carvalho às 13h11
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Fome de bola e cabeça nas nuvens.

O Corinthians foi ao Rio ontem enfrentar o Botafogo pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro. Jogando com o time quase completo, desfalcado apenas do capitão Willian, o time conseguiu arrancar um empate por 0 a 0 no Engenhão. Os destaques das partidas foram os goleiros Renan e Felipe, que garantiram 1 ponto para cada alvinegro. Com o Botafogo pressionando desde o início, o Timão se retraiu e saía nos contra-ataques em rápidas trocas de passe entre Alessandro, Douglas e Elias.

Com o estreante Rodrigo Dantas jogando no lugar de Maicosuel e Morais no lugar de Jorge Henrique, o jogo perdeu um pouco de qualidade técnica, mas as chances foram sendo criadas e desperdiçadas quase que na mesma velocidade. Jean Coral deu uma linda bicicleta e exigiu boa defesa de Felipe, além de chances perdidas por Victor Simões, que aliás, precisa aprender a regra do impedimento. Renan também teve atuação destacada, evitando dois gols de Ronaldo e um de André Santos. O 1º tempo terminou 0 a 0 e com Mano Menezes quase infartando à beira do campo.

O Corinthians voltou para o 2º tempo com Jorge Henrique no lugar de Morais e a partida ganhou velocidade. Explorando o lado esquerdo da defesa botafoguense que contava com Thiaguinho na marcação, o alvinegro paulista criou boas chances, mas não conseguiu abrir o placar. O técnico Ney Franco promoveu a entrada de Léo Silva no lugar de Túlio Souza e logo em sua primeira aprticipação efetiva o meia quase abriu o placar, mas Felipe fez linda defesa e mandou a bola para escanteio. O Corinthians repondeu com Ronaldo ao 17, quando Elias fez linda enfiada de bola e o atacante tentou driblar Renan, que se recuperou no lance e evitou o primeiro gol dele no Brasileirão.

O Corinthians teve várias oportunidades no jogo e não conseguiu abrir o placar devido ao excesso de individualidade de certos jogadores, como André Santos, Elias e Douglas. O técnico Mano Menezes tentou aliviar a barra dos fominhas, mas o fato é que individualidade excessiva não combina com time que pretende ser campeão.

O Botafogo termina a 2ª rodada em 13º lugar com 2 pontos, enquanto o Timão abre a zona de rebaixamento com 1 ponto. Na próxima quarta o time volta a campo, no Maracanã, para enfrentar o Fluminense pela segunda partida das semi-finais da Copa do Brasil. Apesar de o discurso ser de que o time estava com a cabeça nessa quarta-feira, o resultado é ruim para o time, já que soma apenas 1 ponto em 6 disputados.

 

Notas da redação:

  • Adivinha quem é o líder? Claro, o Internacional, que bateu o Palmeiras ontem no Beira-rio por 2 a 0 e chegou a 6 pontos junto com o Vitória, que venceu o Sport por 1 a 0.

 

  • A primeira supresa do campeonato ficou por conta do Santo André que venceu o Coritiba no Couto Pereira por 4 a 2, com um gol de Marcelinho Carioca. O Ramalhão já o 4º colocado.

 

  • O Flamengo passou em branco mais uma vez ao empatar em casa com por 0 a 0 com o Avaí. Problema para o ténico Cuca, já que a falta de gols abala o emocional de qualquer equipe. Tá na hora de apressar o Adriano, já que sua estréia está programada apenas para o dia 30.

 



Escrito por Frederico Rossin às 12h30
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Saudações esportivas clientes do buteco da bola

 

 

Timbu captura Raposa

 

Náutico e Cruzeiro se enfrentaram no estádio dos Aflitos, em Recife. Como era de se esperar a torcida marcou presença e proporcionou um grande caldeirão. A torcida fez diferença na partida, o Náutico ganhou por 2 a 0. Característica do estádio, a famosa buzina atrás do gol do visitante também marcou presença durante todo o jogo.

 

A equipe celeste deu a saída e logo no início já marcou presença na área do Timbu, obrigando o goleiro Eduardo a sujar seu uniforme, já que minutos antes da partida choveu em Recife.

 

O técnico Adilson Batista preferiu poupar Gérson Magrão, Léo Fortunato e Kléber. Wagner deve fica de 4 a 5 semanas fora da equipe, pela lesão sofrida na partida de quarta-feira passada no jogo pela Libertadores.

 

Após a pressão inicial sofrida, o time pernambucano conseguiu boa jogada com Carlinhos Bala que chutou no canto direito do goleiro Fábio.

 

Ex-Atlético-MG, Júnior Carioca estreou justamente contra seu antigo rival. Ele que foi dispensado junto com Mariano Trípode.

 

O Cruzeiro manteve grande volume de jogo, com apoio dos laterais Athirson e Jonathan, em contrapartida, o Náutico utilizava a velocidade de seu ataque com Bala e Gilmar.

 

Até a metade do primeiro tempo um jogo muito truncado, apenas troca de posse de bola entre as equipes. Em contra-ataques vinha as melhores jogadas para ambas as equipes.

 

Aos 28 minutos Jonathan sai errado da zaga, Gilmar rouba a bola e rola pra Carlinhos Bala, que chutou cruzado e Fábio espalmou para fora da área.

 

Com a chuva, chutes de fora da área tomaram conta do jogo, um dos melhores foi do lateral esquerdo Athirson aos 35 minutos, Eduardo colocou para escanteio.

 

Um primeiro tempo muito aquém do que se esperava do time celeste, acho que a equipe sentiu a falta do meia Wágner e do atacante Kléber. Ramires ocupou o lugar de Wagner, mas sentiu dificuldade de jogar de costas, armando as jogadas. Já na frente, Thiago e Wellington não se encontraram em campo. Pelo lado do Timbu, Júnior Carioca não estreou bem, ficou perdido atrapalhando a marcação no meio.

 

Já no segundo tempo o Cruzeiro manteve a pressão e aos 3 minutos Eduardo saiu fechando bem o atacante Thiago Ribeiro que não teve como chutar. Aos 4 minutos foi a vez do Náutico, uma bola no poste do Fábio após chute do atacante Gilmar.

 

Na virada do primeiro para o segundo tempo, o treinador Waldemar Lemos tirou o estreante Júnior Carioca e colocou o Anderson Lessa, futuro jogador do Cruzeiro. Ele irá se apresentar no fim da temporada. Lessa entrou bem, forçando as jogadas pelas pontas e dando trabalho ao arqueiro celeste.

 

Depois de roubada de bola no meio de campo, Derley tabelou com Gilmar, recebeu na frente e tocou rasteiro na saída de Fábio para fazer o primeiro do Náutico na partida e o primeiro dele no Brasileirão.

 

Mantendo atuação, Lessa protegeu a bola e tocou para Carlinhos Bala, que sozinho tocou por cobertura na saída do goleiro celeste, fazendo 2 a 0 na partida.

 

Responsável pela mudança de atitude na equipe pernambucana, Lessa ficou cara a cara com Fábio aos 33 minutos e bateu no canto superior do goleiro, que fez grande defesa colocando para escanteio.

 

O gramado ficou ruim de jogar após tanta chuva durante a partida. Após o segundo gol sofrido, a equipe celeste foi pra cima tentando o empate até o fim da partida. O Timbu recuou e ficou explorando os contra-ataques. O Cruzeiro tentou, tentou, mas não conseguiu o empate, fim de jogo Náutico 2, Cruzeiro 0.

 

Na próxima terça-feira o Náutico irá receber mais um reforço para a temporada, Acosta está de volta em Recife.

 

O Cruzeiro joga agora no próximo sábado pelo Brasileirão contra a equipe do Vitória, já o Timbu vai à Arena da Baixada pegar o Atlético Paranaense.

 

 

Até a próxima rodada, afinal o cliente tem sempre razão.



Escrito por Henrique Carvalho às 20h27
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Saudações esportivas clientes do buteco da bola

 Em busca de pontuar

 

 

 

Buscando os primeiros pontos pelo Brasileirão 2009, São Paulo e Atlético Paranaense se enfrentaram no Morumbi na tarde deste domingo. Ambas as equipes perderam seus jogos na primeira rodada. O tricolor perdeu no Maracanã de 1 a 0 para o Fluminense e o Furacão perdeu na Arena da Baixada por 2 a 0 para o Vitória. Neste confronto após os 90 minutos tivemos 4 gols, 2 para cada lado.

 

Em campo pela primeira vez pelo Atlético Paranaense, o volante Rafael Miranda estreou após sua vinda do outro Atlético, o mineiro. Em sua estreia, o “xodó da vovó”, como era chamado pela torcida alvinegra, não sentiu a pressão de enfrentar o São Paulo fora de casa.

 

O primeiro tempo teve alguns lances de perigo como a bola na trave do atacante atleticano Rafael Moura, após o passe do garoto Wallyson. E o chute de bico do atacante tricolor Borges, que foi defendido por Galatto. Predominante no primeiro tempo mesmo, foram os passes no meio de campo, as equipes ficaram se estudando, buscando sempre as laterais para conseguirem chegar à área adversária. O São Paulo teve maior posse de bola e mais chances de gol.

 

Depois de várias bolas cruzadas e já passados os 45 minutos iniciais, todos achavam que o primeiro tempo acabaria em 0 x0, quando após um escanteio, Rafael Santos, de bico, abre o placar para os paranaenses. A zaga tentou tirar a bola, mas ela sobrou limpa para o atacante que tocou pras redes sem chance para Bosco.

 

No segundo tempo o São Paulo manteve o volume de jogo, pressionou no início até que Borges com menos de 2 minutos de jogo empatou para o tricolor paulista. Após o gol, um choque entre Rafael Santos e o goleiro Bosco, preocupou os torcedores são-paulinos, mas ficou tudo bem o arqueiro paulista que mesmo sofrendo uma torção no joelho continuou jogando.

 

Após o gol o jogo voltou a ficar “morno”, muitos passes e poucos lances de gol. Aos 24 minutos um bate rebate na área do Furacão, Hernanes da um chute a queima roupa, o goleiro Galatto defende no reflexo, Hugo pega o rebote e carimba o poste direito.

 

Aos 29 minutos, Marcinho cobra escanteio e o zagueiro artilheiro, Rafael Santos, sobe no meio de dois zagueiros tricolores e consegue a cabeçada no canto direito de Bosco, colocando o Furacão novamente na frente.

 

Aos 31 minutos, tentando o gol de empate, Hugo arrancou pela esquerda e bateu forte pro gol, mas a bola passou à esquerda do gol atleticano. A partir daí o São Paulo pressionou bastante, acuando o time paranaense em sem campo de defesa. E uma alteração realizada pelo técnico Muricy, tirando o Borges e colocando André Lima surtiu efeito. Após o chute cruzado de Hugo, André Lima empurrou pro gol empatando o jogo.

 

Depois disso o Atlético Paranaense saiu pro jogo tentando ficar a frente no placar de novo, mas não passou disso. O jogo terminou empatado e as duas equipes somaram seu primeiro ponto.

 

Agora o São Paulo enfrenta o Palmeiras no próximo domingo pelo Brasileirão. No dia 27, faz o primeiro jogo das quartas-de-final da Libertadores em Belo Horizonte contra o Cruzeiro.

 

O Furacão volta a jogar na Arena da Baixada também no próximo domingo contra a equipe do Náutico.

 

 

 

 

Até a próxima rodada, afinal o cliente tem sempre razão.



Escrito por Henrique Carvalho às 18h02
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        Pão de queijo      X          Chimarrão

 

Pela segunda rodada do Brasileirão 2009, mineiros e gaúchos se enfrentaram no Mineirão. Um jogo que misturava despedida e reencontro. A despedida ficou por conta do técnico interino Marcelo Rospide, que deixa o cargo com 5 vitórias, 1 empate e 1 derrota. Nesta segunda-feira assume o técnico Paulo Autuori. O reencontro foi entre o técnico atleticano e sua ex-equipe. Celso Roth treinava o Grêmio até sua vinda para o Atlético. Ambas as equipes empataram na primeira rodada, o tricolor gaúcho em casa ( 1x1 ), contra o Santos. Já o alvinegro empatou fora de casa contra o Avaí ( 2 x 2). 

 

O galo jogou com: Juninho, Carlos Alberto - que foi improvisado na lateral direita, Leandro Almeida, Welton Felipe, Thiago Feltri (Júlio César) - estreante que chegou a equipe a apenas 2 dias, Renan, Jonílson - estreando no galo - (Marcos Rocha), Márcio Araújo, Júnior - improvisado no meio, Éder Luís (Alessandro), Diego Tardelli. Téc: Celso Roth.

 

 

O tricolor gaúcho jogou com: Victor, Léo - volta a equipe após não ter jogado durante a semana pela Libertadores, Rafael Marques, Rever, Ruy (Joílson), Adílson, Tcheco, Souza, Fábio Santos (Jadílson), Jonas (Herrera), Maxi López.

 

O público pagante foi de 17.000 torcedores.

Cartões amarelos para: Márcio Araújo (Atlético), Rafael Marques, Souza e Adílson (Grêmio).

Cartões vermelhos: Adílson (Grêmio).

 

Primeiro tempo:

 

4’30’’ - chute de Jonas de fora da área para o Grêmio

6’40’’ - chute de Thiago Feltri de dentro da área cara a cara com o goleiro após passe de infiltração do meia Júnior.

13’ - Tardelli chuta de longe a direita do gol do goleiro Victor.

20’40’’ - após passe de Éder Luiz, Carlos Alberto bateu cruzado.

27’ - Feltri rouba a bola dentro da área, chuta e obriga Victor a fazer grande defesa.

27’30’’ - Renan pegou rebote e Victor encaixou com facilidade.

32’ - Júnior driblou 2, tocou para Feltri que cruzou, mas o zagueiro Rever tirou de calcanhar para escanteio.

40’ - bola na trave após chute de Éder Luis e desvio de Tardelli.

46’ - Souza chuta de fora da área e Juninho encaixa sem dificuldade.

 

Análise 

Um primeiro tempo onde o Atlético comandou o jogo. A marcação gremista ficou recuada, esperando a iniciativa atleticana. O lateral direito Ruy sofreu muito para marcar Thiago Feltri, que estava em uma noite inspirada, com bons lances individuais. Falando em lances individuais, Éder Luis demonstrava ter aprendido que futebol é um esporte coletivo e tocava bem a bola. O Grêmio arriscou alguns contra-ataques, mas sem muito trabalho para o goleiro Juninho. A mudança de posicionamento realizada pelo Celso Roth me agradou muito, afinal, o Júnior não é mais aquele lateral direito de ofício como no pentacampeonato mundial. Ele na função de meio campo pode render muito mais, mesmo com a avançada idade. Lembrando que não é o ideal ainda, apenas uma solução imediata.

 

 

 

Segundo tempo:

 

1’ - Carlos Alberto chuta cruzado e Victor pega.

5’ - Maxi López chuta no canto depois de se livrar de Welton e Juninho desvia para escanteio.

8’40 - Jonas após troca de passe com Ssouza dentro da área chutou pra fora levando perigo.

10’ - após cruzamento de Tardelli, Victor rebate para o meio da área e júnior sozinho bate por cima.

16’30 - Tcheco em contra-ataque bate no canto e Juninho coloca pra fora.

24’ - Márcio Araújo entrou cortando da direita pra esquerda, bateu forte e Victor fez grande defesa.

30’ - Carlos Alberto cruzou na primeira trave, Tardelli furou e Feltri dominou na barriga e bateu de esquerda não dando chance a Victor.

33’ - Juninho tira a bola a centímetros do gol, após bate e rebate dentro da bola com último toque de Herrera.

34’ - após falta cobrada por Tcheco, que ele mesmo sofreu, Herrera fez de cabeça no canto sem chances para Juninho.

46’ - Pênalti após mão dentro da área de Joílson.

48’ - Tardelli converteu com paradinha.

 

Análise

Um segundo tempo bem diferente do primeiro, as equipes mais dispostas a jogar, o Grêmio adiantou sua marcação, a entrada do lateral direito Joílson fez com que Thiago Feltri tivesse mais dificuldades para apoiar. Éder Luiz que foi substituído, em minha opinião tarde, porque voltou a prender a bola e atrapalhando o ataque alvinegro saiu vaiado pela torcida. Após o primeiro gol atleticano o Grêmio não se intimidou e partiu pra cima nos contra-ataques, até que o estreante Jonílson cometeu a falta perto da área saiu o gol gremista. A virada alvinegra veio de um pênalti duvidoso após a bola bater no braço de Joílson dentro da área. Tardelli que não marcava a bastante tempo, fez seu primeiro gol no Brasileirão 2009.

 

 

Pós-jogo

 

Enfim, partida que valeu a pena o ingresso. O Atlético começando a se acertar, apesar da necessidade de reforços. Já o Grêmio, agora é esperar a chegada do Paulo Autuori e ver como irá trabalhar, sabendo que existem rumores que o novo treinador possa alterar o sistema de jogo passando a jogar com apenas 2 zagueiros ao contrário de atualmente que joga com 3.

 

 

 

 

O Brasileirão está apenas começando, mas as emoções estão a mil. E você nosso cliente não perde nada, afinal este é o buteco onde a bola rola redonda e a cerveja desce gelada.

 

 

 

Até a próxima rodada, afinal o cliente tem sempre razão.



Escrito por Henrique Carvalho às 21h36
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